Na tomada de posse, que aconteceu no dia 16 de outubro, no Auditório da Junta de Freguesia de Amora, também os partidos políticos usaram da palavra.
A CDU valorizou, por seu lado, o reconhecimento da população com o seu programa eleitoral, porque «conhece os seus candidatos, sabe que as suas propostas são sérias e coerentes e, por isso, distinguiu-nos com o seu voto, atribuindo-nos, novamente, maioria absoluta». «Com honestidade, competência e dedicação continuaremos o nosso trabalho, procurando sempre fazer mais e melhor», salientou a CDU, que não exclui «consenso com outras forças políticas representadas nesta Assembleia», desde que sejam «propostas que visem a resolução dos problemas das populações».
Por seu lado, o PSD prometeu acompanhar «todas as atividades da Junta de Freguesia» e dar a sua opinião, ou criticar, «quando for o caso». Manifestou, entre outras medidas, o seu apoio na «recuperação das zonas históricas e bairros degradados», no «desenvolvimento e requalificação da Zona Ribeirinha», na «criação de uma ciclovia em toda a Zona Ribeirinha» do concelho, e «trabalhar em conjunto com outras organizações no levantamento e apoio aos idosos, em especial aqueles que vivem sozinhos».
Já o BE deu a conhecer a sua «preocupação» com o futuro. «Toda a mobilização e luta por condições de vida dignas e por um futuro de independência do nosso país no respeito pela Constituição Portuguesa é tudo o que deveria ser desejado», referiu o eleito daquele partido, que alertou ainda para alguns problemas que precisam de ser resolvidos na Freguesia, como os transportes públicos.
O PS, depois de «felicitar todos os que foram eleitos e que hoje tomam posse, fazendo votos para que possamos, nos próximos quatro anos, construir alicerces para o desenvolvimento social e económico de Amora», destacou a sua «convicção» na possibilidade de «criação de emprego e, genericamente, na resposta às dificuldades económicas e sociais». «Temos e devemos atrair o investimento, privilegiando iniciativas que criem emprego ou que permitam a defesa dos postos de trabalho, como promover candidaturas a programas de financiamento europeu, redução de taxas municipais entre outros», defendeu.






