«Avaliações, rankings, cessação de contratos, horários zero, agrupamentos e maga-agrupamentos, alterações de currículos, mudanças de programas, aumento do número de alunos por turma, cheque-ensino ou, mais pomposamente, liberdade de escolha, prova de avaliação de conhecimentos e capacidades do pessoal docente contratado são a prova de que a educação em Portugal se transformou num campo minado, graças às políticas seguidas pelos sucessivos (des)governos», lê-se numa moção aprovada pela Assembleia de Freguesia de Amora.
Na moção «Não à destruição da Escola Pública», apresentada pelos eleitos da CDU, alerta-se para a intenção do Governo de «privatizar a Escola Pública», e contesta-se o seu desmantelamento, nomeadamente através da «transferência do dinheiro público para o cheque-ensino», do «encerramento de escolas do ensino básico», do «aumento de alunos por turma» e da «redução dos apoios concedidos aos alunos com Necessidades Educativas Especiais».
O documento – que não acolheu os votos do PSD – fala ainda da «polémica prova de avaliação de conhecimentos e capacidades a que foi submetido o pessoal docente», considerada um «atropelo à igualdade e justiça social, à integridade profissional, ao direito à educação».






