Esta decisão ficou «aquém» das expectativas do município que, juntamente com as populações, desde 2006, lutam no sentido de reivindicarem um hospital dotado de urgências e camas para internamento, que «corresponda a uma adequada assistência hospitalar que satisfaça as necessidades das populações».
«A luta pelo hospital com as valências fundamentais vai continuar e juntamente com as populações não vamos desistir até que o Governo tome a decisão que tem que tomar para satisfazer as necessidades das populações», garantiu, na ocasião, Alfredo Monteiro, presidente da Câmara Municipal do Seixal.
Em 2006, o Governo encomendou um estudo à empresa Antares Consulting que indica um «défice de, pelo menos, 330 camas de hospital de agudos nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra em 2015».
Actualmente, os habitantes dos Concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra apenas dispõem do Hospital Garcia de Orta, em Almada, que regista dificuldades de resposta, com 312 camas, sendo que, 20 por cento são ocupadas pelo serviço das urgências.






