Para o Governo, segundo uma proposta do Ministério da Saúde, o futuro hospital do Seixal não
deverá contemplar urgências nem internamentos. Uma situação que a população, comissões de
utentes e autarcas da região, nomeadamente Almada, Seixal e Sesimbra, não aceitam.
Esta notícia foi avançada na véspera de uma sessão pública, realizada no Clube Recreativo da Cruz de Pau, onde o município deu a conhecer, às mais de cem pessoas que ali estiveram, a proposta do perfil do novo hospital do Seixal, que não contempla o internamento e urgências, o que põe em causa as reais necessidades das populações, servidas pelo já esgotado Hospital Garcia de Orta. Numa moção apresentada no encontro, as comissões de utentes de Almada, Seixal e Sesimbra, presentes na discussão pública, manifestaram a sua discordância com a proposta apresentada pelo Governo, reivindicando «um hospital dotado de camas de internamento e de um serviço para situações de urgência que corresponda a uma adequada assistência hospitalar e que satisfaça as necessidades das populações». O novo hospital no concelho do Seixal irá servir os cerca de 500 mil habitantes dos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, que actualmente apenas dispõem do Hospital Garcia de Orta, em Almada, que regista dificuldades de resposta, com 312 camas. Durante a sessão, foram apresentados estudos anteriores que indicam a necessidade de um hospital no concelho so Seixal que deve ter camas (entre 150 a 300) para fazer face ao número de atendimentos urgentes e posterior internamento. Em Dezembro de 2006 um estudo realizado prevê que «existirá nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra um défice de pelo menos 333 camas de hospital em 2015». A plataforma “Juntos pelo hospital no Concelho do Seixal”, onde esta Junta de Freguesia se integra, irá continuar a lutar, juntamente com a população até a construção deste equipamento.
Juntos, teremos o hospital!
deverá contemplar urgências nem internamentos. Uma situação que a população, comissões de
utentes e autarcas da região, nomeadamente Almada, Seixal e Sesimbra, não aceitam.
Esta notícia foi avançada na véspera de uma sessão pública, realizada no Clube Recreativo da Cruz de Pau, onde o município deu a conhecer, às mais de cem pessoas que ali estiveram, a proposta do perfil do novo hospital do Seixal, que não contempla o internamento e urgências, o que põe em causa as reais necessidades das populações, servidas pelo já esgotado Hospital Garcia de Orta. Numa moção apresentada no encontro, as comissões de utentes de Almada, Seixal e Sesimbra, presentes na discussão pública, manifestaram a sua discordância com a proposta apresentada pelo Governo, reivindicando «um hospital dotado de camas de internamento e de um serviço para situações de urgência que corresponda a uma adequada assistência hospitalar e que satisfaça as necessidades das populações». O novo hospital no concelho do Seixal irá servir os cerca de 500 mil habitantes dos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra, que actualmente apenas dispõem do Hospital Garcia de Orta, em Almada, que regista dificuldades de resposta, com 312 camas. Durante a sessão, foram apresentados estudos anteriores que indicam a necessidade de um hospital no concelho so Seixal que deve ter camas (entre 150 a 300) para fazer face ao número de atendimentos urgentes e posterior internamento. Em Dezembro de 2006 um estudo realizado prevê que «existirá nos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra um défice de pelo menos 333 camas de hospital em 2015». A plataforma “Juntos pelo hospital no Concelho do Seixal”, onde esta Junta de Freguesia se integra, irá continuar a lutar, juntamente com a população até a construção deste equipamento.
Juntos, teremos o hospital!






