No documento, os utentes manifestam-se contra a privatização dos Correios, das linhas ferroviárias, da CP Carga, da EMEF, da EDP, da ANA, da TAP, da Pedrogal, da Seguros da Caixa Geral de Depósitos, do sector da água e de outras empresas públicas. Opõem-se, de igual forma, à instalação de portagens nas SCUT, ao encerramento de escolas do ensino básico, de postos e estações de Correios, serviços de saúde, lojas da EDP e outras instalações e serviços públicos.
Os utentes não concordam ainda com o aumento do preços dos transportes e exigem a revogação das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, a construção de novas unidades de saúde, a reabertura das instalações e serviços que foram sendo encerrados, a colocação de médicos e enfermeiros e outras profissionais em falta nos vários serviços, mais apoios nas comparticipações para aquisição dos medicamentos, a reabertura de linhas ferroviárias que foram encerradas, melhor articulação entre os vários operadores de transportes colectivos de passageiros, extensão dos passes sociais e intermodais a todo o País e a todos os operadores, melhorar a segurança das pessoas e bens através de policiamento de proximidade.
Os utentes não concordam ainda com o aumento do preços dos transportes e exigem a revogação das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, a construção de novas unidades de saúde, a reabertura das instalações e serviços que foram sendo encerrados, a colocação de médicos e enfermeiros e outras profissionais em falta nos vários serviços, mais apoios nas comparticipações para aquisição dos medicamentos, a reabertura de linhas ferroviárias que foram encerradas, melhor articulação entre os vários operadores de transportes colectivos de passageiros, extensão dos passes sociais e intermodais a todo o País e a todos os operadores, melhorar a segurança das pessoas e bens através de policiamento de proximidade.






