Esta iniciativa contou com a presença e intervenção de Odete Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de Amora, Joaquim Judas, presidente da Assembleia Municipal do Seixal, Bruno Santos, em representação da Câmara Municipal do Seixal, e José Sales Luís, das Comissões de Utentes da Saúde do Concelho do Seixal.
«Agradeço, em nome da Junta de Freguesia de Amora, a participação de todos os que aqui estão e que se interessam por este projecto, uma grande ambição da população: o Hospital do Seixal», afirmou a moderadora dos trabalhos, Odete Gonçalves, que não esqueceu quem cedeu «esta nossa casa»: a Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Fogueteiro.
Joaquim Judas fez um resumo de todo o processo em que está envolto o Hospital no Concelho do Seixal, tendo recordado, por exemplo, que, em Agosto de 2009, foi assinado um protocolo entre a autarquia e o Governo, que define esta unidade hospitalar como sendo do tipo modular, ou seja, «deve ser concebido por forma a poder crescer» do ponto de vista arquitectónico, com um «conjunto de valências e serviços que necessariamente serão reconhecidos para satisfazer as necessidades das populações».
Salientou, de igual forma, que a data de conclusão das obras do futuro Hospital no Concelho do Seixal, sediado na Freguesia de Amora, será até ao final de 2012, e que será dotada de internamentos, «designadamente de cuidados de convalescença e cuidados paliativos».
23 especialidades
Respondendo a algumas inquietações da população, o presidente da Assembleia Municipal do Seixal informou e criticou o facto de no programa funcional, apresentado no início de 2010, estar uma urgência básica, ao contrário do que se havia acordado, que é uma urgência de 24 horas, o que não parece muito viável para um hospital de alta resolução, como será o do Seixal.
Lembrou ainda que o Hospital será vocacionado para o ambulatório e para a cirurgia de ambulatório, e que terá 23 especialidades médicas, nomeadamente anestesia, cardiologia, cirurgia geral, cirurgia pediátrica, cirurgia plástica e reconstrutiva, dermatologia, especialidade da dor, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, imagiologia, medicina física e de reabilitação, medicina interna, neurologia, obstetrícia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, patologia clínica, pediatria, pneumologia, reumatologia e urologia.
«As pessoas que se dirijam ao hospital devem ter a possibilidade de ser assistidas na urgência», frisou Joaquim Judas. Por outro lado, recordou que está previsto que a unidade de saúde funcione no contexto de um centro hospitalar, que «será constituído por duas unidades, o Hospital Garcia de Orta e o Hospital do Seixal, que funcionarão de uma forma articulada e complementar».
Sobre a sua caracterização, em termos de ser um hospital público ou de parceria privado, explicou que o Hospital do Concelho do Seixal será construído através de um funcionamento do Hospital Garcia de Orta.
Dentro dos prazos
Bruno Santos descreveu os últimos desenvolvimentos do processo, que passaram, à poucas semanas, por uma reunião com o presidente do júri do concurso, que informou a Câmara Municipal do Seixal de que até ao final do mês serão apurados cinco dos 20 gabinetes de arquitectos que entraram, entretanto, em concurso. «O que nos foi informado é que tudo está a decorrer nos prazos normais. Da nossa parte, de acordo com as responsabilidades assumidas, colocámos os nossos técnicos à disposição da equipa do júri para qualquer questão, de forma a agilizar e dar resposta às solicitações necessárias», disse, acrescentando: «Tudo faremos para que o Hospital seja uma realidade».
Quando se deu a palavra à plateia, Helena Quintas, do Executivo da Junta de Freguesia de Amora, valorizou a iniciativa e as «lutas que as populações do Seixal, Almada e Sesimbra travaram». Denunciou ainda a falta de condições dos centros de saúde do concelho, nomeadamente do SAP de Amora, «que não tem médicos do Serviço Nacional de Saúde».
José Sales Luís, que também estava na mesa, alertou para a falta de médicos de família e para os problemas motivados pelas Unidades de Saúde Familiar. «Os cuidados de saúde primários estão cada vez piores», lamentou.
«Agradeço, em nome da Junta de Freguesia de Amora, a participação de todos os que aqui estão e que se interessam por este projecto, uma grande ambição da população: o Hospital do Seixal», afirmou a moderadora dos trabalhos, Odete Gonçalves, que não esqueceu quem cedeu «esta nossa casa»: a Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Fogueteiro.
Joaquim Judas fez um resumo de todo o processo em que está envolto o Hospital no Concelho do Seixal, tendo recordado, por exemplo, que, em Agosto de 2009, foi assinado um protocolo entre a autarquia e o Governo, que define esta unidade hospitalar como sendo do tipo modular, ou seja, «deve ser concebido por forma a poder crescer» do ponto de vista arquitectónico, com um «conjunto de valências e serviços que necessariamente serão reconhecidos para satisfazer as necessidades das populações».
Salientou, de igual forma, que a data de conclusão das obras do futuro Hospital no Concelho do Seixal, sediado na Freguesia de Amora, será até ao final de 2012, e que será dotada de internamentos, «designadamente de cuidados de convalescença e cuidados paliativos».
23 especialidades
Respondendo a algumas inquietações da população, o presidente da Assembleia Municipal do Seixal informou e criticou o facto de no programa funcional, apresentado no início de 2010, estar uma urgência básica, ao contrário do que se havia acordado, que é uma urgência de 24 horas, o que não parece muito viável para um hospital de alta resolução, como será o do Seixal.
Lembrou ainda que o Hospital será vocacionado para o ambulatório e para a cirurgia de ambulatório, e que terá 23 especialidades médicas, nomeadamente anestesia, cardiologia, cirurgia geral, cirurgia pediátrica, cirurgia plástica e reconstrutiva, dermatologia, especialidade da dor, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, imagiologia, medicina física e de reabilitação, medicina interna, neurologia, obstetrícia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, patologia clínica, pediatria, pneumologia, reumatologia e urologia.
«As pessoas que se dirijam ao hospital devem ter a possibilidade de ser assistidas na urgência», frisou Joaquim Judas. Por outro lado, recordou que está previsto que a unidade de saúde funcione no contexto de um centro hospitalar, que «será constituído por duas unidades, o Hospital Garcia de Orta e o Hospital do Seixal, que funcionarão de uma forma articulada e complementar».
Sobre a sua caracterização, em termos de ser um hospital público ou de parceria privado, explicou que o Hospital do Concelho do Seixal será construído através de um funcionamento do Hospital Garcia de Orta.
Dentro dos prazos
Bruno Santos descreveu os últimos desenvolvimentos do processo, que passaram, à poucas semanas, por uma reunião com o presidente do júri do concurso, que informou a Câmara Municipal do Seixal de que até ao final do mês serão apurados cinco dos 20 gabinetes de arquitectos que entraram, entretanto, em concurso. «O que nos foi informado é que tudo está a decorrer nos prazos normais. Da nossa parte, de acordo com as responsabilidades assumidas, colocámos os nossos técnicos à disposição da equipa do júri para qualquer questão, de forma a agilizar e dar resposta às solicitações necessárias», disse, acrescentando: «Tudo faremos para que o Hospital seja uma realidade».
Quando se deu a palavra à plateia, Helena Quintas, do Executivo da Junta de Freguesia de Amora, valorizou a iniciativa e as «lutas que as populações do Seixal, Almada e Sesimbra travaram». Denunciou ainda a falta de condições dos centros de saúde do concelho, nomeadamente do SAP de Amora, «que não tem médicos do Serviço Nacional de Saúde».
José Sales Luís, que também estava na mesa, alertou para a falta de médicos de família e para os problemas motivados pelas Unidades de Saúde Familiar. «Os cuidados de saúde primários estão cada vez piores», lamentou.






