Numa moção aprovada, entretanto, no debate alerta-se ainda para a «total descoordenação» entre os vários operadores, todos integrados no sector privado (TST, Fertagus e Metro Sul do Tejo), nas ligações entre si, locais de residência e a outros operadores como por exemplo a Transtejo, no Seixal e em Cacilhas, e a Carris, nas respectivas ligações para/em Lisboa.
Os utentes discordam ainda da manutenção da Fertagus fora do passe social intermodal e dos seus elevados preços praticados e dos custos adicionais sobre o valor do passe em nove euros para os utentes do MST, a juntar aos tarifários dos parques de estacionamento, o que sobrecarregam financeiramente as famílias e torna aliciante o uso do transporte individual.
«Toda esta realidade existe em virtude dos vários governos, não só terem entregue aos privados a concessão deste importante e estratégico sector, como ainda por cima, o actual não fiscaliza e mantém as chorudas indemnizações compensatórias a essas empresas, apesar da continuada degradação da qualidade de serviço prestado às populações», recorda a moção aprovada no encontro de utentes.
Os utentes discordam ainda da manutenção da Fertagus fora do passe social intermodal e dos seus elevados preços praticados e dos custos adicionais sobre o valor do passe em nove euros para os utentes do MST, a juntar aos tarifários dos parques de estacionamento, o que sobrecarregam financeiramente as famílias e torna aliciante o uso do transporte individual.
«Toda esta realidade existe em virtude dos vários governos, não só terem entregue aos privados a concessão deste importante e estratégico sector, como ainda por cima, o actual não fiscaliza e mantém as chorudas indemnizações compensatórias a essas empresas, apesar da continuada degradação da qualidade de serviço prestado às populações», recorda a moção aprovada no encontro de utentes.






