No protesto, realizado na Praça do Município, em Lisboa, os jovens trabalhadores reclamaram ainda a «revogação das normas gravosas do Código de Trabalho e da Legislação Laboral da Administração Pública» e exigiram o «aumento real dos salários», medida imperativa para uma melhor distribuição da riqueza e aumento do poder de compra. Defenderam, de igual forma, a «contratação colectiva», como garantia de valorização do trabalho, garantindo assim um vasto conjunto de direitos, consagrados na Constituição da República Portuguesa, como forma de progresso do País e da vida dos jovens.






