No dia 29 de Outubro, na sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação, realizou-se, entretanto, uma reunião de solidariedade com o objectivo de discutir e decidir acções pela libertação dos presos políticos.
A detenção foi ordenada pelo Procurador Real do Tribunal de Apelação de Casablanca, sob a acusação de
traição à pátria e de atentarem contra a soberania e integridade territorial de Marrocos ao serviço de outro país.
«Estas prisões constituem uma grave violação dos direitos humanos e fazem parte de uma longa
política de perseguição, desaparecimento e tortura das autoridades marroquinas contra os activistas
saharauis e população em geral», afirmam as organizações, onde se incluem o CPPC, a Amnistia Internacional, o Movimento Democrático de Mulheres e a CGTP-IN.
A detenção foi ordenada pelo Procurador Real do Tribunal de Apelação de Casablanca, sob a acusação de
traição à pátria e de atentarem contra a soberania e integridade territorial de Marrocos ao serviço de outro país.
«Estas prisões constituem uma grave violação dos direitos humanos e fazem parte de uma longa
política de perseguição, desaparecimento e tortura das autoridades marroquinas contra os activistas
saharauis e população em geral», afirmam as organizações, onde se incluem o CPPC, a Amnistia Internacional, o Movimento Democrático de Mulheres e a CGTP-IN.






